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Seguro de Vida
Segurança e tranquilidade para você e sua família
Uma questão de responsabilidade!

Prezados Segurados(as),

Na condição de Estipulantes das apólices de Vida em Grupo, a ABOJERIS sente-se na obrigação de tomar as providências necessárias para zelar e proteger seus segurados que estão sendo vítima de fraudes por pessoas de má fé que utilizam a força e representatividade da nossa Entidade para benefícios próprios em prejuízo aos nossos assistidos.

Ratificamos assim, nossos comunicados anteriores, que somente as Corretoras BENEFÍCIOS SUL, responsável pela administração e a MITRASEG, responsável pela comercialização, estão autorizadas a utilizarem nossa marca em benefício de nossos associados, colegas e segurados. Lembre-se que estes consultores apresentam-se com crachá expressamente autorizados pela Diretoria da ABOJERIS.

Diante das frequentes fraudes e prejuízos aos nossos segurados informamos que somente serão aceitos cancelamentos de seguros, mediante carta padrão, emitida pela ABOJERIS e assinatura reconhecida em cartório.

Como Estipulante, não poderemos proceder a exclusão do seguro, sem a sua anuência e solicitação expressa. Sendo assim, o “PEDIDO DE CANCELAMENTO DE DESCONTOS AUTORIZADOS EM FOLHA” entregue diretamente na folha de pagamento do Judiciário, serão sempre reaverbados. Caso seu objetivo seja de fato cancelar o benefício securitário pela ABOJERIS, sua vontade deverá ser expressa na condição citada acima.

Nosso objetivo é zelar e resguardar seus direitos e proteger quem você mais ama. Queremos oferecer serviços de alta qualidade aos nossos associados e disponibilizar o melhor e mais completo plano de proteção familiar.

Em caso de dúvidas, ligue para ABOJERIS (51) 3224-1997.

A Diretoria
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TCU vai participar da formação de quadros para o Judiciário PDF Imprimir E-mail
Qua, 03 de Março de 2010 08:39
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) assinaram convênio, nesta terça-feira, com o objetivo de cooperação mútua para formação de juízes e servidores, visando à melhoria da gestão do Judiciário, de modo a reduzir a morosidade dos processos e aumentar a qualidade do atendimento jurisdicional.

O presidente do STJ, ministro Cesar Rocha, salientou a importância da cooperação entre as instituições, representadas pela presença, na solenidade, do presidente do TCU, ministro Ubiratan Aguiar, seu vice-presidente Benjamin Zymler e os ministros Walton Alencar Rodrigues e Walmir Campelo, ao lado do diretor-geral da Enfam, ministro Fernando Gonçalves e do ministro Benedito Gonçalves.

O diretor-geral da Enfam apontou a questão de gestão do Judiciário como “meio para o alcance de resultados que viabilizem a tutela jurisdiconal” e admitiu que o problema de gestão “é uma das principais causas da tão falada morosidade da Justiça”. Para Fernando Gonçalves, o papel do juiz mudou. “De um trabalho burocrático, cartesiano e solitário passou-se a exigir desse profissional o domínio de conhecimentos, habilidades e instrumentos de gestão, a serem aplicados para a obtenção de maiores e melhores resultados sempre. O juiz é, antes de tudo, um líder. Deve gerenciar equipes e procurar obter resultados por meio do desempenho das pessoas com quem trabalha”, assinalou.

Nesse sentido, o ministro Fernando Gonçalves destacou que “o objetivo último é o aperfeiçoamento da distribuição da justiça. E para tal, o juiz deve quebrar barreiras e buscar a multidisciplinaridade. O mundo moderno não se rege por uma única disciplina e a integração é a palavra de ordem no mundo globalizado”.

O ministro Ubiratan Aguiar destacou que, no momento, o TCU investe na ação pedagógica para formação de quadros e profissionalização da administração pública, na qual, muitas vezes, mesmo que sem dolo, mas por desconhecimento da complexa legislação vigente, podem ocorrer desvios não perceptíveis a profissionais que atingiram a alta administração de instâncias dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo por eleições e rodízios, onde nem sempre a gestão da coisa pública está presente.

O presidente do STJ enalteceu a “seriedade e talento” dos ministros do TCU e a acuidade da Enfam em buscar o Instituto Sezerdello Corrêa, a escola institucional do TCU, para ajudar na formação de pessoal para um novo Judiciário, em que não basta o procedimento tradicional de sua atividade jurisdicional, mas estabelecer excelência na gestão para atingir seus objetivos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) assinaram convênio, nesta terça-feira, com o objetivo de cooperação mútua para formação de juízes e servidores, visando à melhoria da gestão do Judiciário, de modo a reduzir a morosidade dos processos e aumentar a qualidade do atendimento jurisdicional.

O presidente do STJ, ministro Cesar Rocha, salientou a importância da cooperação entre as instituições, representadas pela presença, na solenidade, do presidente do TCU, ministro Ubiratan Aguiar, seu vice-presidente Benjamin Zymler e os ministros Walton Alencar Rodrigues e Walmir Campelo, ao lado do diretor-geral da Enfam, ministro Fernando Gonçalves e do ministro Benedito Gonçalves.

O diretor-geral da Enfam apontou a questão de gestão do Judiciário como “meio para o alcance de resultados que viabilizem a tutela jurisdiconal” e admitiu que o problema de gestão “é uma das principais causas da tão falada morosidade da Justiça”. Para Fernando Gonçalves, o papel do juiz mudou. “De um trabalho burocrático, cartesiano e solitário passou-se a exigir desse profissional o domínio de conhecimentos, habilidades e instrumentos de gestão, a serem aplicados para a obtenção de maiores e melhores resultados sempre. O juiz é, antes de tudo, um líder. Deve gerenciar equipes e procurar obter resultados por meio do desempenho das pessoas com quem trabalha”, assinalou.

Nesse sentido, o ministro Fernando Gonçalves destacou que “o objetivo último é o aperfeiçoamento da distribuição da justiça. E para tal, o juiz deve quebrar barreiras e buscar a multidisciplinaridade. O mundo moderno não se rege por uma única disciplina e a integração é a palavra de ordem no mundo globalizado”.

O ministro Ubiratan Aguiar destacou que, no momento, o TCU investe na ação pedagógica para formação de quadros e profissionalização da administração pública, na qual, muitas vezes, mesmo que sem dolo, mas por desconhecimento da complexa legislação vigente, podem ocorrer desvios não perceptíveis a profissionais que atingiram a alta administração de instâncias dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo por eleições e rodízios, onde nem sempre a gestão da coisa pública está presente.

O presidente do STJ enalteceu a “seriedade e talento” dos ministros do TCU e a acuidade da Enfam em buscar o Instituto Sezerdello Corrêa, a escola institucional do TCU, para ajudar na formação de pessoal para um novo Judiciário, em que não basta o procedimento tradicional de sua atividade jurisdicional, mas estabelecer excelência na gestão para atingir seus objetivos.

Fonte. www.stj.gov.br

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